Isso é o que acontece SEMPRE quando um crente quer argumentar sobre seu deus.

Parabéns ao Marcello Carino pela iniciativa e paciência em expor de forma clara as questões abordadas.

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Guaraná Jesus é um refrigerante cor rosa com sabor adocicado, lembrando vagamente cravo e canela, devido a estes serem dois de seus, segundo a lenda, 17 ingredientes. Muito popular no estado do Maranhão.

O Guaraná Jesus foi criado em 1920 pelo farmacêutico Jesus Norberto Gomes, em São Luís, Maranhão.

Detalhe: Jesus Norberto Gomes, criador do famoso Guaraná Jesus, era ateu.

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Então você que anda com camisetas Hindu, colares, pulseiras, e toda a parafernália,  e acha bonito esta religião medonha, deve estar ciente que nesta terça passada, quase um milhão de hindus se reuniram para executar o MAIOR SACRIFÍCIO DE ANIMAIS DO MUNDO!

Vegetarianos devem ter chorado!

Na boa, se for matar pra comer, é perdoavel, afinal, somos animais e precisamos comer, mas matar 20 mil bufalos como oferta para um deus que nunca existiu, é um tremendo disperdício de comida, tem gente morrendo de fome sabiam?

Até onde chega a ignorância humana? Só a religião para conseguir sempre ir mais longe neste quesito!

Se gerar dor e sofrimento à outros animais por simples capricho de um deus, que nem estava presente no evento, deveríamos questionar de fato se as religiões não são na verdade um sinônimo de insanidade ou pelo menos falta absoluta de discernimento.
Como pode o assassinato de 20 mil búfalos trazer qualquer benefício espiritual ou material? E os caras fazem esta desgraça a cada cinco anos, ou seja, eles já deveriam de ter se dado  conta que não há modificação em local algum do planeta em função desta covardia.
Que deus é esse afinal? Que povo é esse? Que religião é essa, que utiliza dor e sofrimento de animais?
Isso é um deus ao qual se tenha orgulho? Eu acho que não, acho que quem da apoio a esta religião deveria se sentir envergonhado.
Assistam o vídeo no Terra.
Matéria no AFP

Matéria no Estadão

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Russell Blackford é um escritor Australiano, crítico, e editor chefe do The Journal of Evolution and Technology. Seu novo livro, editado pela Udo Schuklenk é: 50 Vozes de Descrença: porque somos ateus (50 voices of disbeliefe: Why we are atheists)
Nesta entrevista com D.J. Grothe, Russell Blackford explica a necessidade de 50 vozes de descrença. Ele argumenta que não há uma pergunta mais importante do que se a religião e fé conseguem cumprir com suas promesas. Ele explora se a religião irá persistir. Ele contempla que os lideres religiosos não são os lideres morais de nossa sociedade, ele discute uma quantidade de trabalhos da coleção de 50 Vozes, nomes como James Randi, chamado “O olhar de um Magico para religião” que explora como um fundo de magica pode informar e ajudar a compreensão de alguem á religião, e Peter Adegoke que escreveu um trabalho sobre como a religião impede a vida social, econoômica e scientífica na Nigéria.
Ta na cara que este livro é uma boa pedida!
Eu não li ainda, mas pelo resumo (traduzido acima) no site da Richard Dawkins Foundation, parece ser bem interessante.

Russell Blackford é um escritor Australiano, crítico, e editor chefe do The Journal of Evolution and Technology. Seu novo livro, editado pela Udo Schuklenk é: 50 Vozes de Descrença: porque somos ateus (50 voices of disbeliefe: Why we are atheists)

Nesta entrevista com D.J. Grothe, Russell Blackford explica a necessidade de 50 vozes de descrença. Ele argumenta que não há uma pergunta mais importante do que se a religião e fé conseguem cumprir com suas promesas. Ele explora se a religião irá persistir. Ele contempla que os lideres religiosos não são os lideres morais de nossa sociedade, ele discute uma quantidade de trabalhos da coleção de 50 Vozes, nomes como James Randi, chamado “O olhar de um Magico para religião” que explora como um fundo de magica pode informar e ajudar a compreensão de alguem á religião, e Peter Adegoke que escreveu um trabalho sobre como a religião impede a vida social, econoômica e scientífica na Nigéria.
Leia mais na versão em ingles  abaixo:
http://www.pointofinquiry.org/russell_blackford_50_voices_of_disbelief/

Ta na cara que este livro é uma boa pedida!

Eu não li ainda, mas pelo resumo (traduzido acima) no site da Richard Dawkins Foundation, parece ser bem interessante.

Para escutarem a entrevista acessem o link abaixo (arquivo em MP3
http://c0116771.cdn.cloudfiles.rackspacecloud.com/091107POI.mp3

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jesus-nao-salvaSe alguém ainda tinha dúvidas, essa imagem já diz tudo.

Eu já vou mais longe em dizer que isso dai é Homicidio.
Afinal de contas, para que uma pessoa coloque sua casa na beira de um local prestes a ter um desabamento, ainda mais com os dizeres estampados em sua casa, evidentemente significa que esta pessoa estava de fato crendo nas palavras escritas, embora sejam mentiras.
Quem publicou este livro deveria ter a decência de avisar em letras grandes, que se trata de uma obra de ficção.

Os pastores, os religiosos, estes são os culpados por este tipo de comportamento entre as pessoas, eles que pregam que estas palavras são verídicas, quando não são. É claro que não adianta ter fé, pois fé não remove montanhas (hehe sacaram?). Ao fazer pessoas acreditarem nesse tipo de absurdo, faz com que estas pessoas tomem decisões equivocadas (por isso sou contra termos governantes crentes).
Os governantes deste pais são culpados, pois eles que permitem este tipo de escória humana a ficar disseminando este tipo de falsa promessa e em alguns casos, até fazem projetos para dar dinheiro a estas religiões para garantir votos.

Não tem justificativa para alguém enganar outra pessoa com este tipo de crença, e os resultados são sempre estes, morte e sofrimento.
Está na hora de começar a cobrar desse pessoal os resultados que eles prometem ou iniciar o processo de expurgo desse tumor maligno chamado de deus  que cresce na sociedade.

Fonte: http://twitpic.com/o2wqo

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Recentemente recebi uma mensagem muito esquisita, onde o cidadão, desinformado questiona se nosso site é realmente útil, quando uma religião consegue supostamente “salvar” um número obviamente inventado de pessoas.
A primeira a coisa a dizer é que, viciados em drogas, sejam quais forem, maconha, crack, cocaína, café, cigarro, álcool, aspirina, laxantes, tônicos, estimuladores, refrigerantes, chocolate e é claro religiões (sim religião também é um vício), são viciados por natureza, é um tipo de doença, algo que vem da constituição celular da pessoa, está nos genes dos indivíduos, e provavelmente não pode ser curado, só nascendo denovo (hehe sacaram?). Portanto qualquer afirmação de cura, é falsa. De fato, quem tem este comportamento, e tentou parar, sabe que é uma constante e eterna vigília até a morte. Muitas vezes com recaídas.
Então, para dizer o básico, só depois que um indivíduo morre, se pode dizer que ele conseguiu controlar o impulso do vício, mas nunca se curar.
Evidentemente os números apresentados pelo mal informado cidadão que entrou em contato não representam casos reais, e sim casos imaginários, coisa que é bem comum no mundo religioso. (vejam a matéria Predisposição ás drogas pode ser genética)

Religião NÃO ajuda
A idéia do pobre coitado é de nos dizer que religião ajuda as pessoas, e com isso portanto validar sua existência, mas, devemos lembrar que a religião é bem mais destrutiva para o ser humano do que a mistura de todas as drogas e vícios em conjunto. Pra começar, tem toda aquela quantidade de falsas afirmações, mentiras e embustes, tornando sua validação impossível. Se religião dominasse o mundo, mulheres não teriam o direito do voto, nem de se defenderem de estupros, e pessoas como eu e muitos de vocês seriam brutalmente assassinados, incluindo até mesmo os pastores e padres de muitas igrejas, governantes e trabalhadores, membros de sua familia seriam assassinados, pensem nisso.

E digamos que, mesmo que alguma religião consiga fazer algo de bom, esta bondade no fim das contas, não vem da religião em si, e sim dos seres humanos ali envolvidos, e é provável que independente da religião, estas pessoas poderiam estar fazendo o bem de qualquer forma, e o mais importante que precisa ser observado, por melhor que sejam as pessoas de uma determinada religião, não prova que deus algum exista.

O fato de alguns que não tem capacidade de discernimento acharem que a religião por dizer que está ajudando pessoas com vícios é válido, não valida suas ações. Do meu ponto de vista, quando alguém está precisando de ajuda, devemos ajudar, e não implementar uma ameaça invisível para assustar estas pessoas por toda sua vida, afinal, é isso que a religião pode oferecer à um viciado. Uma ameaça de sofrimento eterno, além de inúmeras regras inúteis. Simplesmente trocar um vício pelo outro não é solução.

Imoralidade religiosa
Quando alguém esta fraco, quando alguém está fragilizado, deveriamos poder ajudar a pessoa a se fortalescer, trazendo informações que fazem diferença, as vezes uma pessoa tem uma percepção errada do mundo, e por falta de informações acaba fazendo escolhas ruins, no caso da religião, que é uma mentira milenar, esse pessoal, seus representantes, seus exércitos de catequisadores, buscam e sugam justamente dos fragilizados, pois é muito mais fácil prometer suas mentiras para alguém que está desesperado em troca de sua fidelidade à mesma crença.
Zeus vai te ajudar, vai te dar uma casa nova, vai livrar teu vício, se você fizer isso e aquilo, e é claro, doar 10% da tua grana pra gente.

Ter religião agindo justamente nestas frentes de apoio humanitário é errado e absurdo. Como vocês sabem, as religiões ofendem os direitos humanos, portanto não podem atuar como instituições humanitárias.

No final sabemos o que eles querem, mais fiéis para fazerem mais doações. Só isso.

Uma droga por outra droga.
Religião é sem dúvidas um vício, onde as pessoas ignoram a razão e os fatos, e mantém aquele vício independente da verdade ao seu redor.
Trocar um vício qualquer por uma religião, é no final das contas, trocar uma droga pela outra sendo que, religião, entre todos os vícios, é o pior, pois é amplamente divulgado por pessoas que se dizem “de bem”, por políticos, por esportistas, e por muitas outras pessoas, que se não fosse a religião, seriam pessoas boas.

Quem inventou as drogas (segundo os crentes)?
E pra finalizar, se deus existisse, teria sido ele o criador das drogas, “inventando” suas plantas. Portanto, se alguém algum dia quiser se ver livre das drogas, evidentemente a religião deve ser  a unica alternativa inviável.

O governo subsidia programas anti-drogas pro-religião
Enquanto existirem administrações que realmente não se preocupam com os viciados, e enquanto não houver uma cobrança da população,  governantes vão continuar apoiando dando dinheiro público para projetos de desintoxicarão que tem em sua base a religião. Em Santa Catarina, uma amiga minha ficou internada, e relatou que todos os dias haviam seções de oração OBRIGATÓRIAS, a entidade é financiada com  dinheiro público. Estamos pagando para que sejam forçadas à oração pessoas que na verdade estão precisando de ajuda.

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Quer ver o tipo de gente que tem na INGREJA UNIVERSAL? Se estes são os lideres, o que se pode pensar do rebanho?
Leia atentamente as informações a abaixo.

O Ministério Público Federal tem em seu poder documentos que indicam o uso de uma casa de câmbio chamada Diskline para fazer remessas de pelo menos R$ 17,9 milhões, em valores atualizados, para uma conta bancária em Nova York cuja beneficiária era a Igreja Universal do Reino de Deus.

As remessas ocorreram, segundo as investigações, por meio de dólar-cabo, um sistema clandestino de transações internacionais que foge do controle do Banco Central. Por esse sistema, combatido pela Polícia Federal desde que foi descoberto, em meados dos anos 90, doleiros do país abastecem contas de brasileiros no exterior sem que o BC tenha conhecimento das operações.

É uma espécie de compensação paralela entre contas bancárias abertas no exterior em nome de empresas “offshore” sediadas em paraísos fiscais. O dinheiro é entregue pelo cliente ao doleiro, no Brasil, em espécie. Simultaneamente, o mesmo valor, excluída a “taxa de administração” cobrada pelo doleiro, é transferido de uma conta aberta fora do Brasil em nome de empresa de fachada controlada pelo doleiro. Operações desse tipo são consideradas, nos EUA, retransmissões ilegais de fundos.

Os documentos que revelam as operações foram produzidos pela Assessoria de Análise e Pesquisa da Procuradoria-Geral da República, em Brasília, tendo como base os achados das ações da PF e da CPI do Banestado. Num disquete apreendido na sede da Diskline e periciado pela PF, foi achada uma tabela que descreve 24 remessas feitas entre agosto de 1995 e fevereiro de 1996 no total de R$ 7,5 milhões, ou R$ 17,9 milhões atualizados pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor).

O dinheiro era entregue por uma pessoa identificada pelo código “Ildinha/Fé” e tinha como destino final a conta nº 365.1.007852 do antigo Chase Manhattan Bank de Nova York (EUA), adquirido no ano 2000 pelo JP Morgan, dando origem ao JPMorgan Chase & Co.

Outro relatório federal descreve operações da “offshore” CEC Trading Corporation, aberta em nome do irmão de Edir Macedo, Celso Macedo Bezerra, com a empresa Beacon Hill Service Corporation, fechada em 2003 pelas autoridades dos EUA sob acusação de retransmissão ilegal de fundos.

A Beacon Hill –que no Brasil deu origem à maior operação deflagrada contra doleiros, a Operação Farol da Colina– transferiu US$ 76 mil para a CEC Trading entre dezembro de 1997 e junho de 1998. Os recursos foram transferidos por meio de uma subconta denominada “Titia”, igualmente gerida por doleiros do Brasil.

‘Nos contratos de câmbio recebidos do Banco Central do Brasil há a informação de que a Rádio e Televisão Record S.A. remeteu para o exterior a quantia de US$ 1,2 milhão para a CEC Trading Corporation, na mesma conta que recebeu recursos de doleiros da Beacon Hill, qual seja, a conta nº 3871339802, mantida no Barnett Bank da Flórida’, diz relatório da Procuradoria-Geral da República de outubro de 2005.

A Igreja Universal do Reino de Deus, procurada pela Folha na semana passada para falar sobre os relatórios em poder do Ministério Público Federal, informou na quinta-feira, por meio de sua assessoria, que não comentaria o assunto por falta de informações suficientes.

Para ver a matéria completa acesse o site da Folha Online

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Percebam que o pastor fala com uns grunhidos e gemidos, isso é claramente um problema mental, ou uma parte da encenação.
E veja como o pastor solicita a pobre infeliz para remover o colete, logo em seguida outras pessoas vem segurar ela, pois, evidentemente apesar do “poder” do pastor, que até “fala com deus” dentro de sua cabeça, o colete faz parte de um tratamento médico, e a menina, esta na verdade se colocando em risco, e em risco de prejudicar seu tratamento, tudo pelo espetáculo, tudo em nome do show bizz.
Este tipo de prática, deveria ser proibida, pastores que ficam se fazendo de milagreiros, e fazem pessoas interromperem tratamentos médicos, deveriam ser presos. Esse cara não é médico, não sabe o que está fazendo, mas quer fazer parecer que sabe, com aqueles grunhidos fica impossível levar alguém assim à serio.
Lugar deste pastor é no manicômio.

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